"Coquetel Acapulco é a verdadeira conscious party. Sanguinho novo, cérebros venenosos e verve afiadas a serviço de uma festa consciente."

|Marco Homobono, vocal e guitarra dos Djangos|


“Coquetel Acapulco – skazão classudo, com vocal feminino, nota mil!”

|Paulinho Calça-Frouxa, apresentador do programa Zero Bala da Rádio Cidade Web Rock, antes de indicar e colocar no ar a música “Um buraco chamado Beverly Hills|

Eles Voltaram!

Esta foi a convocatória emitida para o show de estréia da nova e atual formação do Coquetel Acapulco. Contando agora com os vocais envolventes de Sílvia Tardin, Coquetel Acapulco lança mais um EP no ano de 2011 produzido pela própria banda, mixado e masterizado por Sergio Soffiatti (Orquestra Brasileira de Música Jamaicana).

Neste novo trabalho a banda apresenta de forma concisa o que realmente é. Um coquetel tropical de ritmos. Flertes caribenhos dançantes como o ritmo seminal jamaicano, o ska, temperados com as especiarias do soul e da funk music, sem faltar uma boa dose da malandragem e do lirismo do samba carioca. Sim, Coquetel Acapulco é como seu nome indica uma mistura etílico-musical cativante, um convite irrecusável à festa.

Neste espírito festivo a fama do Coquetel sempre se fez pelos seus shows. Com suas “vestimentas refinadas”, “resultando em grandes coletivos dançando freneticamente no salão”. No Rio, acumula apresentações em casas como Circo Voador, Teatro Odisséia, Melt, Empório, Cine Lapa, Casa de Jorge e até nas areias da Praia de Ipanema. Outro destaque é a parceria com a festa The Bangarang, especializada em música jamaicana dos anos 50 e 60 e consolidada na agenda cultural da cidade nos últimos anos. Fora dos domínios cariocas, o Coquetel Acapulco já percorreu cidades como Brasília, Niterói, Campinas e São Paulo, tendo participado do maior festival brasileiro dedicado a ritmos jamaicanos, o Sons de Uma Noite de Verão, no SESC Pompéia. As companhias ao longo da trajetória têm sido sempre ilustres: os americanos Slackers, New York Ska Jazz Ensemble e Pietasters, a inglesa Pauline Black, a banda venezuelana Palmeras Kanibales, os tchecos do Fast Food Orchestra, sem esquecer expoentes brasileiros como Móveis Coloniais de Acaju, Bois de Gerião, Firebug, Sapobanjo, Fino Coletivo e Djangos.

O lançamento deste Ep segue a tradição copyleft da banda, com conteúdo totalmente disponível para download online. Os Cds serão impressos manualmente pela própria banda em uma série limitada, onde cada unidade terá um resultado gráfico único e exclusivo. Mas não é “só” isso, em breve existirá uma loja virtual com todo tipo de merchandising para os fãs, dentro desta mesma lógica de exclusividade e linguagem visual da banda.